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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Introdução à Jeo´litshya: O Povo Arcano

Por favor não congundam ['] com [´]. São coisas diferentes. Jeo´litshya se lê mais ou menos Geolítia, mas esse tipo de coisa não importa agora. Sinto muito, poderia estar usando o alfabeto ar'kanéo agora, mas isso só dificultaria as coisas.
Bom, Jeo´litshya é uma história, uma cultura, uma linguagem, um mundo. Pena que nada disso exista e fato, mas isso não impede a existência de alguém falando sobre tais coisas.

Na verdade o nome Jeo´litshya foi dado a este mundo pelos antigos gregos que uma vez conseguiram em segredo descobrir nossa existência. Aquele povo vivia em seu país no ano de mais ou menos 300 A.C. e trouxe muitas culturas que marcaram a história de nosso mundo. Ainda permanece em segredo como os gregos chegaram aqui, e qualquer um que saiba não seria tolo de compartilhar a aventura, só para que outras pessoas pudessem vir para cá e alterar ainda mais nossa cultura.
Na verdade já existia um povoado ainda mais antigo vivendo aqui, os chamados arcanos. Eles se organizavam do mesmo jeito que quase toda população antiga: Hierarquia. A diferença é que a pirãmide era mais equilibrada e justa, com três andares: Os djihadae que eram as pessoas comuns, os Kraftae que se consideravam magos, e os Hêwat, que eram como reis, mas eram oito governando juntos. Os arcanos existiram cerca de mil anos antes dos gregos chegarem, e nesse tempo a cidade de milhares foi abandonada aos poucos, simplesmente pelas descobertas de novas terras férteis ao sul do continente, o que levou todos a acreditarem na prosperidade por lá.
Aos poucos as ruínas do povo arcano começaram a significar algo valioso novamente. Cerca de 650 anos depois de abandonarem a velha cidade, o mesmo povo que migrou para o sul descobriu toda a riqueza de seus antepassados, e com o passar dos anos a antiga imensa metrópole começou a se tornar uma capital religiosa, com imensos prédios de pedra sendo reconstruídos em meio às ruínas de barro. A reconstrução definitiva marcou o início da contagem de tempo no nosso mundo: Cada Iliat equivale a mais ou menos três meses e cobre uma estação; Ou seja, cada ano tem quatro Iliatae, um para cada estação do ano.
Uma data histórica ficou marcada para sempre, o décimo quinto dia do Iliat 23, primavera quando foi descoberta uma imensa tumba subterrânea sob as ruínas arcanas, um labirinto de sete metros de altura com inscrições antigas em todas as paredes, contando histórias detalhadas dos feitos mágicos dos kraftae, assim como instruções de como repeti-los. Tais histórias incluiam um conto sobre um velho mago que conseguia andar sobre as águas e trouxe do horizonte do oeste um pedaço do sol, já apagado depois de tanto tempo. A pedra amarela transparente foi encontrada no chão, logo debaixo da inscrição, e foi comprovada que aquilo era na verdade um diamante do tamanho de uma bola de golfe, muito bem lapidada e perfeitamente redonda, o que era perfeição demais para o primeiro povoado da história deste mundo. Grande parte das inscrições do labirinto se tornaram contos populares dos mais diversos assuntos, e foram tão modificados a ponto de serem indistinguíveis das histórias originais.

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